Elza Soares recebe o Grammy Latino como Melhor álbum de música popular brasileira com o disco “A Mulher do Fim do Ano”, produzido por Guilherme Kastrup.   

Lançado no final de 2015, em meio a turbilhões políticos no país, o álbum “A Mulher do Fim do Mundo”, primeiro de inéditas da cantora, explodiu pelas redes sociais e alcançou algumas premiações, entre eles:

  • Canção do ano com “Maria da Vila Matilde” de Douglas Germano, pelo Prêmio Multishow 2016, também indicada no Grammy Latino.
  • Melhor Show do Ano pelo Guia Folha 2015.
  • Melhor Álbum de 2015 pela APCA (Associação paulista de críticos de artes)
  • E em 17/11 o Grammy Latino como Melhor álbum de música popular brasileira. (A lista dos demais vencedores e indicados você confere aqui).

“Na verdade, sempre achei esse lance de competição dentro da arte uma abordagem meio equivocada mas, de qualquer forma, é sempre bom ver o reconhecimento de um trabalho que é a união de tantas forças e energias”, diz Kastrup.

Gravado no Red Bull Studio São Paulo, o disco foi produzido por Guilherme Kastrup e contou com Kiko Dinucci (guitarra), Marcelo Cabral (baixo), Rodrigo Campos (guitarra), Felipe Roseno (percussão), Celso Sim (direção artística) e Rômulo Fróes (direção artística).

Em entrevista dada à equipe da Red Bull logo após a premiação Elza relata: “Esse foi o meu primeiro disco de inéditas. Sabia que algo de especial ia acontecer. Por ser algo novo mesmo. A sonoridade e também esses meninos de São Paulo que são maravilhosos.”

“Aos meus irmãos do Bixiga 70, Cuca, Gralha Dani e Doug, ao Thiago França, ao quarteto de cordas do Aramís Rocha, aos engenheiros de áudio, Rodrigo Funai, Victor Rice e Felipe Tichauer, a todos os compositores, Cacá Machado, Douglas Germano, ao Guto Ruocco do selo Circus, ao Juliano Almeida, Vinícius Leonel, Renato Saraiva por todo suporte…enfim a tantas e tantas pessoas que não vou conseguir listar aqui, e que somaram pra construir essa estória tão bonita. Muito muito Obrigado” – Guilherme Kastrup